[Queria antes de tudo dizer apenas que, com milhares de conversas, aquela pode ser o começo. Começo para um novo livro ou apenas capítulo, me contendo com uma página escrita por você. Quero deixar bem claro que se achares o meu refúgio aqui, é porque eu quis ser achada, sou ela que estava a sua espera. ]
Com a chegada desse frio, não sei porque diabos, me faz lembrar de viver. Viver? Viver. Não apenas esperar o tempo chegar, mas sim fazer com que esse tempo tenha valido a pena. É extremamente difícil explicarmos o que é vida, seu significado, quem dirá sua origem...Temos uma ideia de um lado, porém do outro já temos outra completamente diferente. Ficamos em cima do muro, para qual lado pular? O que seguir? Explicar o que é vida é difícil.
Porém, viver a vida pode ser um pouco mais complicado. Frio, como já foi dito anteriormente nesse mesmo texto, me lembra Inglaterra e Inglaterra me lembra que tenho sonhos a ser cumpridos. Todos tem sonhos, estou certo? Certamente. Entretanto nem todos conseguem permanecer com esses sonhos, pois as pessoas roubam e não dão a mínima para o que acontece com você.
Muitas vezes, durante sua pequena vida, ocorrem algumas coisas que mexem com seus pensamentos, sua forma de agir. Uma pessoa vai embora, muito próxima de você, te deixa...Você quer chorar, você chora intensamente até não haver mais lágrimas, porém logo após você está repetindo o feito. Há necessidade da vida ser tão difícil assim? Por que isso acontece?
Já parou para pensar que se a vida fosse fácil, você não teria objetivos para cumprir? Não teria desejos, não teria sonhos a serem realizados, não teria pessoas das quais depois de certo tempo poderiam olhar para ti e dizer "Estou orgulhoso"
É tão prazeroso ser elogiado, ainda mais nesses momentos de luta e numa época que não temos respostas para nossas perguntas, tudo é tão, tão...Vago. É como se nossa mente estivesse em constante conflito, perdida, procurando ajuda. Situações difíceis mexem conosco, mas temos que saber pular esses obstáculos que a vida nos propõe, pois sempre no fim do túnel há luz, há uma nova esperança que somente você decidirá se quer mudar ou reiniciar o túnel novamente.
Lembre-se, por mais escuro que o túnel for, sempre no fim haverá uma nova chance. Confie em si mesmo.
by: Aluado
Meu Ser Obscuro
"Você não acreditaria se eu lhe contasse"
sábado, 1 de outubro de 2016
terça-feira, 27 de setembro de 2016
[Da série] Vou te contar a verdade sobre...
O dia em que conheci um britânico
"Sim, eles são frios - ele era- mas extremamente educado".
Nunca pensei muito sobre como fossem os britânicos, não como todo mundo pensava, daquele modo estereotipado: altos, loiros, olhos azuis, elegantes ( talvez elegante sim), frios... etc. Mas nunca os imaginaria como de fato um deles era. E nem que teria a desprezível infelicidade de conhecer um.
Não foi como a maioria diria ou como eu realmente quisesse, ele não estava em um Pub, nem me ajudou com as malas ou disse "Sorry" ( não dessa vez) por alguma inconveniência, nem ao menos eu estava na Inglaterra. Foi algo completamente imprevisivelmente previsível.
Era Domingo de sol, as nuvens? Nenhuma no céu, calor exorbitante com pássaros enfeitando toda aquela aquarela real, era um dia perfeito para ficar mais um dia em casa. E fiquei.
O calor demais, resolvi pegar meu Laptop e entrar mais uma vez naquele site achado no Yahoo para se aprender idiomas, com sorte, talvez alguém interessante poderia fazer uma boa conversa, o que aquela altura era um desejo quase falível.
Não, a verdade é que logo de cara não havia aquela mensagem que mudaria o rumo das coisas, ou que logo quando abri a página o vi e imediatamente escutei sinos baterem, a realidade é um pouco mais contemporânea, um tanto quanto fria, real demais.
Eu estava ali, rejeitando alguns selecionados automaticamente, uma sequencia de quantos...mais de dez. "Não. Não. Também não" Estava uma chatice, até mesmo as conversas que mantinha estavam todas ressequidas e resumidas em superficialidade.
Pronta para mais um click, olhei a foto seguinte, endireitei-me e, voltei a fitá-la novamente, isso por alguns longos segundos, estava vendo algo curioso, um semblante, familiar a algum sentido que agora não fazia nenhum sentido; o que eu tinha ali eram duas fotos e um sorriso, aquele sorriso que não era comum por ali, era diferente, era aquilo ou não era totalmente, decidi automaticamente, saberia o que ele era.
Estava naquele perfil de para-quedas? De maneira alguma. Olhei mais uma vez sua foto, mas daquela vez já estava prestes a decifrar parte do que ele era. Desci ao longo das suas descrições de si mesmo. Ri. Sorri. E pensei " nada casual, não é?". Era o tipo de resposta que você não espera, mas quer que alguém as faça. Para a pergunta: " O que você não pode viver sem?" ele havia respondido entre tantas uma " Oxigênio". E ao final de todas, quando espero mais alguma "brincadeira", eis que vejo o ponto que desde do início o separou de tantos; para a pergunta " um pedido para uma nova pessoa" ele havia dito " Nada de mentiras! Só peço que seja você mesma". Não era a coisa mais inusitada que eu já tinha visto, ou a coisa mais fofa etc. Mas a mistura dele por inteiro, só ali, naquele pedaço do que era, foi o suficiente pra olhar mais uma vez para aquele sorriso, e saber que aquele rosto, seria capaz de quebrar o meu.
O detector de visualizações não me deixava mentir, ele logo mais mandaria a primeira mensagem e fiquei imaginando como seria. Meus cálculos não estariam errados, ele não seria clichê em se apresentar com um simples Hello. Pensei mil e uma formas inusitadas de ser inusitado, mas não como aquela que ele o fez: pensamentos interrompidos, vi, a notificação, o que eu não esperava, não aquela maneira de se apresentar.
O magnifico de coisas magnificas é não descobrir o seu segredo e para esse, não seria diferente. O que apenas digo é que em apenas uma única e sarcástica mensagem eu vi... Sim, eles são frios - ele era- mas extremamente educado. Era aquele tipo de homem, em que você sente. Sim, simplesmente sente. Há várias e várias pessoas no mundo, uma das quais você nem se imagina manter algum relacionamento, mas há também aquelas. Sim aquelas, que você simplesmente não descreve e muito menos sabe explicar, simplesmente sente, e, quando você sente, está no caminho que eu chamo de Y. Não é o caminho certo e nem o errado, é o caminho da escolha, e você está na base desse Y, com duas opções até então duvidosas.
Quando se encontra esse tipo de pessoa, você se vê ali: em frações de segundos para fazer a escolha entre dois caminhos, e o mais incrível é que você nem ao menos sabe disso, apenas sente.
Em poucas mensagens trocadas, mais do que isso foi posto sobre a tela: era nítido meu encantamento com uma nova cultura, com um novo ser. Eu sempre idealizei a Inglaterra, e naquele momento não era ela que eu conhecia, era um Inglês.
Talvez esse post não deveria se chamar "Como eu conheci um britânico" mas sim, como eu quase me apaixonei por um...
Não foi como a maioria diria ou como eu realmente quisesse, ele não estava em um Pub, nem me ajudou com as malas ou disse "Sorry" ( não dessa vez) por alguma inconveniência, nem ao menos eu estava na Inglaterra. Foi algo completamente imprevisivelmente previsível.
Era Domingo de sol, as nuvens? Nenhuma no céu, calor exorbitante com pássaros enfeitando toda aquela aquarela real, era um dia perfeito para ficar mais um dia em casa. E fiquei.
O calor demais, resolvi pegar meu Laptop e entrar mais uma vez naquele site achado no Yahoo para se aprender idiomas, com sorte, talvez alguém interessante poderia fazer uma boa conversa, o que aquela altura era um desejo quase falível.
Não, a verdade é que logo de cara não havia aquela mensagem que mudaria o rumo das coisas, ou que logo quando abri a página o vi e imediatamente escutei sinos baterem, a realidade é um pouco mais contemporânea, um tanto quanto fria, real demais.
Eu estava ali, rejeitando alguns selecionados automaticamente, uma sequencia de quantos...mais de dez. "Não. Não. Também não" Estava uma chatice, até mesmo as conversas que mantinha estavam todas ressequidas e resumidas em superficialidade.
Pronta para mais um click, olhei a foto seguinte, endireitei-me e, voltei a fitá-la novamente, isso por alguns longos segundos, estava vendo algo curioso, um semblante, familiar a algum sentido que agora não fazia nenhum sentido; o que eu tinha ali eram duas fotos e um sorriso, aquele sorriso que não era comum por ali, era diferente, era aquilo ou não era totalmente, decidi automaticamente, saberia o que ele era.
Estava naquele perfil de para-quedas? De maneira alguma. Olhei mais uma vez sua foto, mas daquela vez já estava prestes a decifrar parte do que ele era. Desci ao longo das suas descrições de si mesmo. Ri. Sorri. E pensei " nada casual, não é?". Era o tipo de resposta que você não espera, mas quer que alguém as faça. Para a pergunta: " O que você não pode viver sem?" ele havia respondido entre tantas uma " Oxigênio". E ao final de todas, quando espero mais alguma "brincadeira", eis que vejo o ponto que desde do início o separou de tantos; para a pergunta " um pedido para uma nova pessoa" ele havia dito " Nada de mentiras! Só peço que seja você mesma". Não era a coisa mais inusitada que eu já tinha visto, ou a coisa mais fofa etc. Mas a mistura dele por inteiro, só ali, naquele pedaço do que era, foi o suficiente pra olhar mais uma vez para aquele sorriso, e saber que aquele rosto, seria capaz de quebrar o meu.
O detector de visualizações não me deixava mentir, ele logo mais mandaria a primeira mensagem e fiquei imaginando como seria. Meus cálculos não estariam errados, ele não seria clichê em se apresentar com um simples Hello. Pensei mil e uma formas inusitadas de ser inusitado, mas não como aquela que ele o fez: pensamentos interrompidos, vi, a notificação, o que eu não esperava, não aquela maneira de se apresentar.
O magnifico de coisas magnificas é não descobrir o seu segredo e para esse, não seria diferente. O que apenas digo é que em apenas uma única e sarcástica mensagem eu vi... Sim, eles são frios - ele era- mas extremamente educado. Era aquele tipo de homem, em que você sente. Sim, simplesmente sente. Há várias e várias pessoas no mundo, uma das quais você nem se imagina manter algum relacionamento, mas há também aquelas. Sim aquelas, que você simplesmente não descreve e muito menos sabe explicar, simplesmente sente, e, quando você sente, está no caminho que eu chamo de Y. Não é o caminho certo e nem o errado, é o caminho da escolha, e você está na base desse Y, com duas opções até então duvidosas.
Quando se encontra esse tipo de pessoa, você se vê ali: em frações de segundos para fazer a escolha entre dois caminhos, e o mais incrível é que você nem ao menos sabe disso, apenas sente.
Em poucas mensagens trocadas, mais do que isso foi posto sobre a tela: era nítido meu encantamento com uma nova cultura, com um novo ser. Eu sempre idealizei a Inglaterra, e naquele momento não era ela que eu conhecia, era um Inglês.
Talvez esse post não deveria se chamar "Como eu conheci um britânico" mas sim, como eu quase me apaixonei por um...
Seu jeito educado , simples e engraçado eram como pilhas do tempo que eu tinha para escolher o meu Y. Suas crises de boa educação, eram marteladas em minha alma tão pouco acostumada em ser tratada assim. A cada cuidado, me dava conta que eu estava em um Y, e a cada boa noite, eu decidia que nunca o diria Bye. Me encantei pelo não encantado. Tomei a decisão: Eu o faria me amar!
quarta-feira, 31 de agosto de 2016
Ser que não entendo
( Ao som de The XX)
Parece que há várias vidas venho tentando decifrar o que é a minha própria. A ponto de estar sem ideia para descrever o grande martelar que se instaura em mim... Que sou eu.
Em meio a todos aqueles labirintos que me engoliam diariamente sugando minha mente, roubando minha liberdade... Hoje pude ter o privilégio de me encontrar comigo... Uma descoberta, uma vez que, me tinha perdido no meio de querer ser/impressionar a tantos... todos. Peguei-me de surpresa.
E foi ali, ao longo das colinas verdes, percebi um dia nublado... Do alto, tenho visto o reflexo da minha alma. Era incrível como aquele crepúsculo parecia ter sido pintado com todas as cores sombrias dentro de mim... e como estavam coloridas naquele final de tarde.
Paradoxo! Era incrível me ver dali. O vento, a floresta, o concreto que não estava mais lá... e aquele céu...Eu era incrível.
Vi todos os meus choros, desencantos e desencontros. Juntos, separados, términos e para sempres... Estava vendo minha vida ao som de The XX.
O que eu era? A composição de todas as brincadeiras da infância... Todos os choros da adolescência... Sonhos latentes em meus olhos, que não disfarçavam o encanto em ver um novo mundo... Risos... Amigos... Morte... Vida... Paralelos... Dor...
E por que eu me encantava pelo que não podia ter?! Eu mais do que ninguém sabia que era suicídio, tentar fazer aquilo tantas vezes, e talvez, bem provavelmente eu gostasse de me sentir daquele jeito... Infinita. Procurando algo que não poderia ser meu. Era completamente admirável então ser observadora.
Profundidade era o termo. Ao longo dos anos, questiono o motivo de ser assim... profunda, a ponto de me perder, mesmo tentando me encontrar. E, se mais alguém era capaz de sentir o que pulsava dessa minha alma... Seria alguém capaz de sentir? De se encantar?
E como era encantador. As palavras que eram meu mais belo dom. Meus tantos mundos paralelos que gritavam para ocuparem um lugar nessa inexorável realidade. Sonhos flutuantes. Mil pensamentos... Essência.
O mundo acabava e se desfazia a cada novo tom... batida... do meu ser.
O que era mesmo então que eu estava procurando ali em cima? Simplesmente alguém para admirar a mesma paisagem que eu. Era loucura, inacreditável, improvável, impossível. Muito peculiar para meros mortais verem, não conseguiriam enxergar.
O que tenho visto em mim, causaria medo... é fascinante. Talvez por isso eu tenha morrido diariamente, tantas vezes... do meu nascimento até agora. Será tão impossível assim te achar então? Na busca por mim, descubro cada vez mais que é dos seus olhos que preciso saber a cor... ou se realmente existem.
Apenas exista e suba esta colina... Ela é pintada com nosso futuro caso eterno.
Marcadores:
alma,
angels,
azuis,
Colinas,
impossível,
inacreditável,
infância,
infinito,
memórias,
minha alma,
não me entendo,
olhos,
Paradoxo,
paralelos,
questionamentos,
risos,
solidão,
sombrio,
te procuro,
The xx
sexta-feira, 26 de agosto de 2016
Amor distante
Eternidade...
Isso foi ontem, mas para um coração esquisito como o meu foi a uma eternidade.
Ele ficou até agora, em silêncio sem falar o que quer que seja , e por mais que ele esteja longe (o caso de amor mais longe que eu já inventei), quero sentir mais uma risada, daquelas que você dá quando ama o sarcasmo de alguém, quando já se acostumou, quase um vício, o contato diário.
Maldita foto!
Amaldiçoou!
Ele me mostra uma foto sua - aqueles olhos azuis, me dizendo que irá me maltratar - e eu fico completamente perdida. Perdi todo o meu disfarce perante aqueles olhos... Os que sempre almejei. E então, eu já não sabia mas se amava aquele sarcasmo, já o quase odiara por ser apenas brincadeira, toda aquela história. Naquele momento perdida no oceno de seu olhar, eu só queria que fosse verdade.
Perdi a concentração...
Meu plano estava sendo pondo em risco...
Mas eu não sempre quis me apaixonar por alguém assim?
Não!
Não assim, a quilômetros de distância. E ainda mais, seu natural frio me revelava que seu eu não percebia esse milênio de horas que haviam se passado.
Logo eu, que sou tão ansiosa, isso me mata. Vários porquês entrando e saindo nos pensamentos, mas um sempre prevalecia: por que você não dá o ar de sua graça?
Droga!
Amaldiçoou você! Não era pra ser assim! Eu deveria ter o controle da situação! Eu estava sob o controle; até você me mostrar seus olhos azuis.
Agora tenho medo de te assustar. Odeio ter mentido pra você. Eu pensei que nosso caso de "amizade" não duraria, mas na verdade você desde o início, tinha a cara de quem quebraria a minha.
Agora continuo no dilema: Oque devo fazer? Ainda estou perdida, sem bússola alguma, seu mar é muito azul e estou encantada... Será que perdi alguma pista?
Droga de novo!
Odeio não poder te entender direito, brincar com as palavras, esse é o meu dom. Talvez por isso você esteja me desarmando... Estou sem minhas melhores táticas... E você optou pela pior estratégia... A espera.
Marcadores:
amor,
amor impossível,
apaixonada,
azuis,
demora a responder,
distância,
mar.,
não gosta de mim,
o que fazer,
obscuro,
olhos,
paixão,
perdida,
sem escolhas,
seu olhar,
traição
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016
Tempo Eterno
Tempo. Tudo oque não se poderia ter, era o que mais meu ser ansiava. Não saberia sequer dizer, que este tempo era apenas para um leve adormecer ou uma fuga para uma grande viagem... talvez não fosse só isso... e não era.
Pensamentos me atropelavam por onde eu fosse, por mais que quisesse esquece-los, eram como flechas ardentes em minha áurea. E tempo, era tudo oque eu buscava.
Não era um tempo qualquer, se minhas mãos pudessem pular um grande espaçamento entre linhas, certamente seria a eternidade a escolha... Um tempo eterno para se afastar. Afastar do mundo e de toda sua sejeira... de todos os meus medos... vontades... de mim.
Não, não poderia a verdade me dar ao luxo de deixar pensar. Não poderia simplesmente parar. Era parte de mim, e afinal, eles me persseguiriam o tempo que fosse, mesmo se houvesse um.
Não era questão de simplesmente sair e ausentar-se, de meus medos estranhos e vontades obscuras. Meus gostos me pareciam peculiares, errados e totalmente impossíveis, até que... uma ponta deles eram verdade. E eu não sabia o quanto dessa verdade eu queria... na verdade sabia sim... eu queria mais do que ela poderia me oferecer, oque era totalmente errado, impossível e assustador, me fazia questionar o quanto de mim estara cego e obsecado, e se a outra parte poderia me convencer que tudo era fantasia, e que a parte mais sublime, eu nunca poderia ter.
Em meio as minhas confusões que atormentavam cada passo, cada respirar, cada outro novo pensamento, questionamento, por que não? Era errado...impossível... e de novo, de novo..NÃO! Pare!
Só preciso de tempo pra desvincular-me de todas os meus desejos, oque eu sentia que não seria possível, então simplesmente preciso de tempo para nada... ou para simplesmente tudo, ver, crer, despensar... preciso de tempo para desvendar.
By: Me
Marcadores:
atormentado,
áurea,
desejos,
destruiodores,
desvendar,
estranhos,
eterno,
medos,
medos estranhos,
obscuras,
parte de mim,
pensamentos,
pensar,
querer,
questionar,
sentir,
tempo,
ver,
verdade,
vontades
sábado, 20 de fevereiro de 2016
Paradóxos do descobrimento
Não a verdade falada pelos outros, sentida pelos outros... nada haver com os outros, agora, tinha haver com existir, tinha haver comigo.
Um despertar ocorreu, não daqueles que vem e logo se dissipam, era um despertar que me causara medo por ser real.
Não era mais questão de querer que existisse, agora existia. Na verdade sempre existiu. Não era como nos livros que li, mas é o mais perto que posso chegar de uma história fora dos padrões normais, fora do comum, fora de tudo, fora da Terra, ou apenas meus olhos puderam enxergar, que isso era o mais perto que eu poderia chegar de qualquer história que quisesse viver. E isso custava apenas... minha própria vida.
Não queria pensar como tudo mundo me fizera pensar até agora, não com essa visão limitada focada em seus próprios interesses terrestres, eu queria descobrir tudo sozinha com ele. Algo próprio, diferente, uma experiência única no universo, que é salvar minha própria vida. E não são meus interesses afinal?!
O mundo ilusionário sempre me foi mais atraente do que o real, e o mais perto que posso chegar dele é me abrindo para isso. Quero descobrir... quero que ele me diga... independente de local os palavras ditas, perdoe-me por não saber orar, só quero saber oque havia antes, e quanto tempo essa demora ainda vai continuar.
Deus é o mais perto que tenho desse mundo, para o qual sempre quis ser a personagem principal,não sei porque não sou um Querubim ou Serafim, mas queria poder ver um, ao menos para sentir que existe algo além da realidade que me ronda. Saber oque há além do que vejo ou sinto, poder descobrir com os olhos fechados oque é ser e estar...sentir...
Não apenas palavras ditas, mas sim, uma experiência real, que nem mesmo minhas orações mais profundas já me causaram... Algo sublime...Quase como o próprio paraíso.
Perdoe-me por não entender, até mesmo por questionar, ou por ser assim...tão...profunda. Mas quero saber qual o verdadeiro significado...Afinal és o próprio amor...então me faça sentir. Não digo como desafio, ou por dúvida de tamanho poder...mas... necessito de uma parte real dos meus pensamentos, quase que uma súplica, é uma súplica.
Talvez eu fique sem entender oque há atrás da física quântica e seus paradoxos, afinal, nem mesmo sei quais são os meus. Porém peço que esteja aqui, que me faça sentir, para além de uma página, que me leve pra conhecer, por piedade se puder, e claro que pode! Só esteja aqui... e está! Só me faça sentir... e está! Só mostre ao meu eu...só seja ele ... e é... Deus!
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
Sendo Nada
É incrível, como todo o mundo que me fazia estremecer pairou no tempo, como um eterno transe sem qualquer imagem. Na verdade não é incrível se deparar com todas as coisas que te faziam sentir viva, simplesmente se dissipassem, como um constante alerta, que me virei para outro mundo, o mundo dos outros, não o meu mundo.
As coisas... Todas aquelas coisas que me faziam sentir... oque quer que fosse, mesmo que antes minha intensa teimosia as pedia para irem embora, agora... só as queria aqui me fazendo sentir a emoção de cada momento... Estou ao nada.
Um nada cheio de inúmeras possibilidades, que meu ser não me deixa viver-las, NÃO! NÃO sei oque é isso, ou talvez a forma como me forçava a se parecer um com os outros, me tenha feito simplesmente não forçar mais, como se meu eu tivesse sido roubado, roubado pelo mundo, pelas pessoas, sentimentos destrutivos, por tudo, por todos, por mim.
A vida é mesmo oque dizem? meu ser geralmente ficava estável... e agora, não parece se abalar com mais nada, desde o ódio ao amor, não se sente como antes, como se estivesse cansado de pensar em tudo, em esperança, está completamente descrente de sonhar, de viver.
Completamente vencido pela monotonia, do incrível e sublime mundo de confusões, instáveis, intenso, fascinante na sua própria instabilidade, à completa e indesejável questão de normalidade que via nos outros... completamente vencida, parada, sem efeitos, ou talvez completamente perdida em um mundo de outros, talvez nem tão completamente assim, talvez só completamente sem rumo.
By: me
Assinar:
Postagens (Atom)



